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IEF autoriza visitas ao Parque do Rio Doce

Depois de quase sete meses, o Parque Estadual do Rio Doce (Perd), localizado nos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo, poderá novamente receber visitantes à partir do próximo dia 30 de setembro. Além da unidade de conservação situação no Vale do Aço, outras 18 administradas pelo IEF em todo o Estado também foram autorizadas a receber turistas. 

Segundo o gerente do parque, Vinícius de Assis Moreira, neste primeiro momento serão liberadas apenas as visitas, sem possibilidade de hospedagem ou mesmo consumo de alimentos no restaurante da unidade, localizado às margens da Lagoa do Bispo. 

Em conversa com o Jornal Diário do Aço, Vinícius salientou que os visitantes deverão ainda seguir as medidas de segurança sanitária, com o uso da máscara e álcool em gel, devendo também levar sua água para consumo próprio. 

Criado em julho de 1944, o Perd é uma das principais áreas de proteção à biodiversidade de Minas Gerais, com a maior área contínua de Mata Atlântica preservada no estado, sendo inclusive por vezes reconhecido como a “Amazônia mineira”. O Parque é um dos três maiores sistemas de lagos que ocorrem no Brasil, juntamente com o Pantanal Matogrossense e o sistema Amazônico.

Sua principal atração é a Lagoa Dom Helvécio, popularmente conhecida por Lagoa do Bispo, que tem 700 hectares de espelho d’água, profundidade de 32 m, 6 km² de área e é a única liberada para o turismo.

Ainda dentro do Perd, os visitantes podem visitar a Trilha do Vinhático. Com pouco mais de 1 Km, os visitantes encontram com bastante frequência os ‘vinháticos’, árvores da família das leguminosas, normalmente de grande porte e madeira avermelhada. Mais ou menos no meio do percurso, mesas e bancos de eucaliptos ajudam aqueles que precisam de um descanso

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Feira de Turismo muda a data e prorroga prazo de inscrição

Continua até o próximo dia 02 de outubro, o prazo de inscrição dos interessados em participar como expositor da 6ª Feira de Turismo do Vale do Aço, que teve a sua data alterada para os dias 1 e 2 de dezembro. O evento é realizado pelo Projeto Turismo no Vale, Circuito Mata Atlântica de Minas (CTMAM) e Sebrae Minas; com produção das empresas Fino Trato e Socialyte Produções.

O edital está disponível aqui e também no site www.turismovaledoaco.com.br, podendo também ser acessado através do link http://bit.ly/editalfeiradeturismo.  Ao todo, poderão ser apresentados cinco produtos de cada expositor cuja atuação esteja nos ramos de artesanato, comida ou bebida artesanal, produtos turísticos da região (aventura, ecoturismo, religioso, rural, eventos e negócios), literatura regional e iniciativas culturais.

Deverão ser selecionados até 20 participantes, que serão definidos através de uma comissão composta por representantes dos organizadores e das empresas produtoras. A prioridade será para propostas de expositores que atuam nos municípios associados ao CTMAM: Açucena, Antônio Dias, Belo Oriente, Coronel Fabriciano, Dionísio, Ipaba, Ipatinga, Marliéria, Santana do Paraíso, São Domingos do Prata e Timóteo.

Este ano, em virtude do contexto decorrente da pandemia do coronavírus, a 6ª Feira de Turismo do Vale do Aço será realizada em formato virtual. Organizado desde 2014, o evento tem objetivo de debater e fomentar as vocações turísticas da região, promovendo a formação, mostrando talentos e oferecendo integração e entretenimento, contribuindo para desenvolvimento econômico e social da região.

Serviço:

6ª Feira de Turismo do Vale do Aço

Dias 1 e 2 dezembro – Ambiente virtual

Inscrições: até 02 de outubro

E-mail para informações: turismonovale2017@gmail.com

Telefone de contato: 31 9 8829-9591 (produção)

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Lives mostram a importância do Turismo como atividade econômica no pós-pandemia

Durante seis semanas, em 12 datas, o CTMAM (Circuito Mata Atlântica de Minas) promoveu a série de lives “Café com CTMAM” que analisou as perspectivas para o turismo no pós-pandemia do coronavírus, além de mostrar o papel da IGR (Instância de Governança Regional) e dos municípios no desenvolvimento da atividade, além da oportunidade de cada associado apresentar um pouco mais dos principais atrativos de seu território. As lives, que estão disponíveis no perfil da agência no Instagram e no Facebook, já alcançaram  cerca de 1 mil pessoas, em mais de seis horas de transmissões. 

Em cada uma delas, o associado pôde mostrar o que vem fazendo para inovar o setor, a gestão de sua política de turismo, e discutir o futuro do mercado de trabalho, além das mudanças impostas pela covid-19 e os caminhos para a recuperação econômica da região, do Estado e do país através do turismo no pós pandemia. Os entrevistados destacaram que suas cidades apresentam diversos atrativos para atender a todos os tipos de visitantes e que chegou o momento, de se aproveitar essa potencialidade para que a região consiga aumentar o volume real de movimentação turística. “Temos belezas que contemplam todas as nossas cidades. Precisamos explorar todo esse potencial que cada uma oferece para quem for visitá-la. Temos o ecoturismo, aventura, cultural, histórico. São muitas as atrações que valem a pena serem conhecidas por nós, que moramos por aqui, ressaltou Tailles Heliodoro, vice-presidente do CTMAM e âncora das lives. 

Durante os bate-papos virtuais, os convidados puderam contar a história da implantação da política de turismo em seus municípios e também o que vêm fazendo neste momento adverso para enfrentar as dificuldades impostas pelo momento vivido. “Nosso setor foi um dos mais prejudicados. Por isso, promovemos estes encontros como forma de nos manter unidos para continuar promovendo a cadeia do turismo,  comentou o presidente do CTMAM, Hélio Anício. “Temos um grande desafio, mas também temos opções para dar a volta por cima”, destacou. 

Os participantes comentaram a tendência sobre a retomada ser baseada em passeios domésticos e regionais. “O turista brasileiro sempre gostou de ir, em primeiro lugar, o mais perto possível de sua casa, principalmente em passeios rápidos. Nossa aposta é que após a retomada do turismo, as pessoas vão querer sair de casa e algumas com algum dinheiro para gastar. Mas, por segurança, vão preferir as viagens curtas, perto de suas casas”, comentaram os participantes. 

Todos também foram unânimes em ressaltar que a região da IGR Mata Atlântica é repleta de riquezas culturais e paisagens deslumbrantes, oferecendo atrativos para todos os gostos e bolsos, agradando desde o turista mais tranquilo até os aventureiros e curiosos. E para isso, opções não faltam. Em cada uma das cidades, os visitantes poderão desfrutar de roteiros religiosos, com igrejas e casarões centenários, passeios rurais, saborear a culinária típica da região, se refrescar em  lagoas e cachoeiras, sentir o clima de montanha e descobrir uma natureza exuberante, com destaque para o Parque Estadual do Rio Doce.

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Secult abre edital para projetos populares

A Secult (Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais) abriu nesta sexta-feira, 18, o Edital Culturas Populares – Premiação Pessoa Física, que vai destinar R$ 590 mil em recursos do FEC (Fundo Estadual de Cultura) que são provenientes de emendas parlamentares impositivas para projetos que dialogam com a rica diversidade cultural do povo mineiro. As inscrições vão até 16 de outubro e podem ser feitas na Plataforma Digital de Fomento e Incentivo à Cultura da Secult.

Elaborado para promover, valorizar e fortalecer as culturas populares de Minas Gerais, o Edital Culturas Populares – Premiação Pessoa Física é destinado a projetos que dialogam com um conjunto rico, heterogêneo e artístico-cultural. Serão contempladas propostas sobre a salvaguarda de saberes tradicionais, preservação da memória e da identidade mineiras, de transmissão e perpetuação dos bens culturais de Minas Gerais entre outros aspectos. O valor total bruto pago aos projetos selecionados é de R$ 25 mil.

Novos formatos

Além de celebrar a cultura mineira em suas diferentes formas, o Edital Culturas Populares – Premiação Pessoa Física vai abrir espaço para propostas em formatos digitais. Os proponentes interessados em abordar trabalhos desenvolvidos em plataformas virtuais poderão inscrever projetos cujas estratégias de execução ou de acesso ao público se deem de forma remota, a fim de evitar aglomerações. Nesse caso, poderão ser utilizadas ferramentas digitais como páginas da internet, aplicativos, celulares, entre outros que possibilitem o acesso remoto.

No entanto, propostas elaboradas em formatos tradicionais também serão contempladas pelo edital. Entre elas estão mostras de cinema, oficinas de artesanato e arte popular, ações e trabalhos que fortalecem as expressões culturais populares contribuindo para sua continuidade, projetos que resgatem práticas populares, atividades ligadas ao setor audiovisual e à memória sobre diferentes aspectos das culturas afro-brasileiras, tradicionais, populares e urbanas entre outras iniciativas.

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Obras de pavimentação da LMG 760 e AMG-900 são iniciadas

Depois do repasse dos recursos e autorização, as obras já estão vapor na MG 760
Foto: Vinícius Moreira

Finalmente, começaram as obras de pavimentação, recapeamento e sinalização das duas principais rodovias de acesso ao Parque Estadual do Rio Doce (PERD), em Marliéria, Dionísio e Timóteo – a LMG 760, que liga  BR 262 ao distrito de Cava Grande, em Marliéria e ao perímetro urbano de Timóteo e a AMG-760, que faz a ligação do PERD com sede do município de Marliéria e depois até a BR 381. No total, serão investidos R$ 140 milhões, com o serviços sendo executados pelo DER/MG. 

Na MG-900 o montante gasto de R$ 12 milhões. A estrada tem 14,7 km de extensão, dos quais 7,5 são pavimentados. Com a conclusão das obras, o restante do percurso será asfaltado e passará a contar também com dispositivos de drenagem e sinalização horizontal e vertical ao longo de toda a via. Já a MG-760 contará com R$ 128 milhões para terraplenagem, instalação de dispositivos de drenagem, pavimentação asfáltica, sinalização horizontal e vertical, além de alargamento, recuperação e reforço de pontes e construção de passagem inferior e desvio na interseção com a BR-262. As obras serão realizadas no trecho de 57 km da rodovia que liga a região do Vale do Aço à Zona da Mata mineira.

A alocação dos recursos em obras no entorno da unidade de conservação se deu por meio de sugestão do Conselho Consultivo do Parque Estadual do Rio Doce que, junto com o IEF, articulou a inclusão das obras de reestruturação viária entre as ações de compensação ambiental previstas para a região. Os recursos integram um repasse total de R$ 600 milhões da Fundação Renova aos governos de Minas Gerais e Espírito e serão utilizados em obras nos setores de saúde e infraestrutura, em municípios da Bacia do Rio Doce atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, ocorrido em 2015 no município de Mariana, na Região Central de Minas.

Para o gerente do Parque Estadual do Rio Doce, Vinícius Moreira, as obras de reestruturação das principais vias de acesso à unidade de conservação devem ampliar a visitação do parque após a reabertura. “Facilitar o acesso aos atrativos naturais da Bacia do Rio Doce é incentivar o turismo na região e impulsionar a economia local. Estimamos um aumento de 50% da visitação após a conclusão das obras”, disse o gerente. Atualmente o Parque do Rio Doce recebe cerca de 15 mil visitantes por ano.

Fechado ao público

Em março deste ano, o IEF suspendeu temporariamente a visitação em todas as unidades de conservação administradas pelo Instituto no Estado por meio da Portaria IEF 40/2020. A medida, que valia inicialmente por 30 dias, foi prorrogada por tempo indeterminado, em 16 de abril, por meio da Portaria IEF 48/2020, e será revista por orientação do Comitê Extraordinário Covid-19, do Governo de Minas Gerais.

Atualmente, o IEF administra 93 unidades de conservação no Estado, das quais 21 são abertas ao uso público. A suspensão da visitação tem como objetivo evitar que aglomerações de pessoas possam favorecer a transmissão do vírus e agravar a situação de Minas Gerais quanto à Covid-19. Além disso, as unidades recebem visitantes de diversos estados do país e também estrangeiros, o que também poderia aumentar a circulação do coronavírus.

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Selo “Turismo Responsável” e promoção turística de Minas Gerais são temas de debate

A promoção de Minas Gerais como destino turístico, a preparação das empresas e profissionais do setor para o retorno das atividades e a adesão ao selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo (MTur), foram discutidos em uma live promovida pela Secult (Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais), pelo canal da pasta no Youtube. O encontro on-line é parte da série #SecultAoVivo e contou com a mediação do secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, para conduzir a conversa entre o secretário de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do Ministério do Turismo, William França Cordeiro, e o vice-presidente do CET (Conselho Estadual de Turismo de Minas Gerais), Jair Aguiar Neto.

William Cordeiro explicou o processo de criação do selo Turismo Responsável, que foi inspirado nas estratégias adotadas por Portugal para retomada das atividades turísticas, e comentou o passo a passo da solicitação do selo pelos prestadores de serviços turísticos. O selo tem protocolos que atendem às peculiaridades de cada categoria e todos são chancelados pela Anvisa. Ele é de livre adesão e, ao optar por ele, significa que a empresa ou o profissional está preparado para oferecer seus serviços ao cliente ou turista em um nível de segurança que é adequado ao segmento do qual faz parte. 

Já o vice-presidente do CET comentou sobre a parceria entre a Secult e as entidades do setor em Minas Gerais desde o início da crise causada pela pandemia do coronavírus e ressaltou a importância da permanência desta união para o processo de retomada das atividades turísticas e da promoção de Minas Gerais como destino. Ele destacou que a Secult está em vias de lançar o programa de retomada do turismo em Minas e o CET está à disposição para fazer o trabalho da divulgação de forma integrada.

Selo Turismo Responsável

Com o objetivo de preparar a cadeia produtiva do turismo para o retorno gradual das atividades, o Ministério do Turismo (MTur) lançou o selo “Turismo Responsável – limpo e seguro”, para empresas do setor que estejam dispostas a seguir protocolos de higienização no combate à Covid-19.

Minas Gerais é o terceiro estado que mais solicitou selos até o momento, já tem sido emitidos cerca de 1,8 mil para prestadores de serviços de 259 municípios. A maioria deles foi concedido para agências de turismo (597), meios de hospedagem (454) e transportadoras turísticas (349). Outros 12 segmentos estão aptos a solicitar o selo e somam o restante no estado: guias; restaurantes, cafeterias, bares e similares; prestador especializado em segmentos turísticos; organizadoras de eventos; prestadores de infraestrutura de apoio para eventos; locadoras de veículos; acampamentos; parques aquáticos e empreendimentos de lazer; centro de convenções; parques temáticos;  casas de espetáculos e equipamentos de animação.

Para solicitar o selo, o prestador deve acessar o site da iniciativa, ler as orientações previstas no protocolo destinado ao segmento em que atua e estar com situação regular no Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos). A impressão poderá ser feita pelo site e o selo deve ser colado em local de fácil acesso ao cliente e conterá um QR Code pelo qual o turista poderá consultar as medidas adotadas por aquele empreendimento e/ou profissional,

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Live discute o potencial de Minas como referência da mountain bike

O futuro da mountain bike como atividade turística em Minas Gerais foi o foco da discussão de uma live promovida pela Secult/MG, com o tema “Minas Gerais como referência do Mountain Bike”. O debate foi mediado pelo subsecretário de Cultura da Secult, Fábio Caldeira, e contou com a participação do idealizador do “Desafio Brou de MTB e Trail Run”, Thiago Drews; da integrante do grupo “Bike de Elite”, Dani Delgado; e do co-fundador do “Projeto Trilhas”, Christian Wagner. A modalidade é bastante ativa na região da IGR Mata Atlântica, com diversos eventos promovidos durante todo o ano, além de iniciativas individuais e de grupos de ciclistas. 

Por seu relevo, suas paisagens e pela imensidão de trilhas espalhadas por todo o território, Minas Gerais já faz parte dos roteiros indicados para a prática do Mountain Bike. E é grande o potencial para desenvolver ainda mais esta atividade esportiva que possui forte ligação com turismo de aventura, afirma Fábio Caldeira. Para o subsecretário de Cultura, é preciso fomentar estas vocações do estado para acelerar o processo de recuperação econômica, e o turismo de aventura é um dos setores que têm concentrado grandes esforços da Secult.

“Esta live representou o diálogo que a Secult vem tendo para reforçar Minas Gerais como uma referência nacional e internacional do ciclismo de montanha e, consequentemente, como um destino turístico para aventuras. Estamos trabalhando em articulação com o governo federal, por meio do Ministério do Turismo, com empresários, atletas e promotores de eventos para entender melhor as demandas desse nicho e elaborar estratégias que promovam a atividade, que está diretamente relacionada não só à saúde e ao bem-estar, mas também com a geração de emprego e renda e à promoção de Minas Gerais para o Brasil e para o mundo”, ressaltou Caldeira.

A conversa virtual abordou, também, assuntos como a segurança dos atletas nas trilhas mineiras e como eles enxergam a infraestrutura oferecida pelo poder público ao esporte. Ela foi finalizada com a proposta de elaborar um calendário oficial de mountain bike para Minas Gerais em comemoração aos 300 anos do estado, para ser trabalhado junto ao Ministério do Turismo por meio da subsecretaria de Turismo da Secult.

Participaram do bate-papo, por meio do chat do Youtube, diversos atletas que praticam o mountain bike; operadoras e agências turísticas que oferecem produtos e organizam eventos de ciclismo de montanha nas diversas regiões mineiras; e representantes de Instâncias de Governanças Regionais (IGRs) mineiras que têm circuitos turísticos voltados para o esporte.

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Funarte lança edital de R$ 2 milhões para contemplar quase 500 oficinas

A Funarte (Fundação Nacional de Artes) vai escolher cerca de 500 oficinas em vídeo de todo o país que estimulem as práticas e o pensamento direcionados a artes visuais, circo, dança, teatro e música, por meio do Edital Funarte Arte em Toda Parte. Cada premiado receberá R$ 4 mil (valor bruto).

A seleção conta com um investimento de R$ 2,1 milhões, dos quais a quantia de R$ 1,9 milhão será destinada às premiações e o restante reservado para custos administrativos. O total de prêmios poderá ser ampliado caso haja disponibilidade de recursos orçamentários.

 Os prêmios serão distribuídos pelas cinco categorias artísticas englobadas no edital, que estão divididas em subcategorias. Ao todo serão selecionadas 99 oficinas de artes visuais, 99 de circo, 98 de dança, 99 de teatro e 99 de música. O proponente deve escolher uma subcategoria como tema da oficina. Pode abordar aspectos históricos, práticos e/ou teóricos dos temas, separadamente ou em conjunto, a seu critério, com exceção dos casos definidos pelo edital.

 As oficinas deverão ter caráter técnico e ser gravadas em vídeos para difusão em plataformas digitais. Os trabalhos contemplados serão disponibilizados gratuitamente pela Funarte, em site a ser indicado, e nas redes sociais da instituição.

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Observatório lança documento que norteia volta do Turismo em MG

Foi publicado o volume IV do ‘Panoramas e Tendências para o turismo em Minas Gerais pós covid-19’. O documento abrange a flexibilização e medidas adotadas para a retomada gradual do setor.

Com o título “Minas te espera em Breve”, ele engloba uma série de importantes indicadores e documentos que apresentam o desempenho do setor no estado, que dão continuidade às análises que vem sendo realizadas desde o início da pandemia, com os dados de malha aérea, ocupação hoteleira, situação de ocupação de empregos relacionados ao turismo, dados relacionados ao isolamento social e novas pesquisas realizadas com turistas, empresários e o público em geral.
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Secult lança editais para distribuição de R$ 13,5 milhões

Foto: Elvira Nascimento

Uma quantia de R$ 13,5 milhões será distribuída pela Secult (Secretaria de Estado de Cultura e Turismo) para o fomento e incentivo de projetos de áreas como culturas populares, artes cênicas, audiovisual, música, literatura, memória, artes visuais, pontos de cultura, entre outras. O objetivo dessa política setorial é garantir que as especificidades próprias de cada segmento sejam analisadas e atendidas pelas políticas públicas. As inscrições vão até 20 de setembro para o Edital #ARteSalva Exibe Minas, dedicado ao fomento de mostras de cinema, festivais, cineclubes, eventos de formação e capacitação na área. 

O edital foi aperfeiçoado após consulta pública e vai destinar R$ 1,5 milhão para projetos do setor audiovisual, por meio de premiação Pessoa Física. Os documentos relativos ao Edital estão disponíveis no site da Secult e podem ser acessados AQUI. Já as inscrições devem ser feitas na Plataforma Digital de Fomento e Incentivo à Cultura. “Além de editais de fomento como o #ARtesalva Exibe Minas, apresentamos um programa de ações práticas para a criação de novas oportunidades, de fortalecimento e retomada de trabalho e renda, a partir da ativação da economia criativa e do soft power de Minas Gerais”, destacou o secretário Leônidas Oliveira.

A proposta desse amplo programa para o desenvolvimento do audiovisual mineiro abrange desde políticas de fomento e mecanismos de incentivo a alterações de marcos regulatórios, estímulo a coproduções e políticas de coinvestimentos regionais, ações de capacitação, formação e qualificação profissional, difusão e formação de público, além de um intenso diálogo e parcerias com o mercado, a indústria audiovisual e governo federal para liberação e ampliação dos recursos.

O valor do Edital #ARteSalva – Exibe Minas está dividido em três categorias:

Categoria 1: R$ 1 milhão – serão distribuídos 20 prêmios no valor de R$ 50 mil para projetos de Mostras ou Festivais (inéditos ou em continuidade)

Categoria 2: R$ 200 mil – serão distribuídos dez prêmios no valor de R$ 20 mil para projetos de Cineclube.

Categoria 3: R$ 300 mil – serão distribuídos seis prêmios no valor de R$ 50 mil para projetos de atividades de formação, qualificação e capacitação no setor audiovisual.

Na Categoria 1, com R$ 1 milhão dividido em 20 prêmios, serão contemplados projetos destinados à realização de Mostras ou Festivais, inéditos ou em continuidade, que possuam, entre outros critérios dispostos no Edital, linha curatorial a ser seguida, local de realização do Festival ou Mostra, definição de perfil e público-alvo e período de exibição.

A Categoria 2, que vai destinar R$ 200 mil em dez prêmios, é destinada a projetos de realização ou manutenção de Cineclubes. Serão contempladas propostas que visem à exibição não comercial de obras audiovisuais e o estímulo à fruição artística e à formação dos diversos tipos de público. Nesse eixo, os projetos devem apresentar, entre outros critérios, estratégias para garantia de democratização do acesso, comprovação de atividades anteriores do Cineclube e definição de perfil e público.

Já a Categoria 3 soma R$ 300 mil reais, em seis prêmios, voltados às atividades de formação, qualificação ou capacitação no segmento audiovisual. Nesse eixo, os proponentes devem apresentar projetos que estimulem a formação e a capacitação do setor, como oficinas, cursos, palestras, seminários e residências artísticas. Os critérios que serão observados na Categoria 3 são: objetivo e ementa da proposta, carga horária, perfil e número de alunos, recursos didáticos, entre outros itens dispostos no Edital.

Como participar do Exibe Minas

Os interessados em inscrever projetos em uma das três categorias do Edital #ARteSalva – Exibe Minas devem se cadastrar na Plataforma Digital de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Após essa primeira etapa, os proponentes devem cumprir os processos específicos de cadastramento, envio de documentos e inscrição do projeto. O prazo para inscrições se encerra às 23h59 do dia 20 de setembro de 2020, por isso a Secult recomenda aos proponentes que se antecipem nas etapas de cadastro e inscrição de projetos.

Edital #ARteSalva – Exibe Minas tem vigência de dois anos a partir da data de publicação. O prazo para a conclusão do projeto ou atividade cultural será de 12 meses, contados a partir da data de recebimento da primeira ou única parcela do recurso aprovado. Este edital compõe o conjunto a ser lançado em conformidade com a Lei Estadual nº 22.944/2018, que institui o Sistema Estadual de Cultura, o Sistema de Financiamento à Cultura e a Política Estadual de Cultura Viva e com o Decreto Estadual nº 47.427/2018 que a regulamenta.